Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filme. Mostrar todas as postagens

Jane Eyre - Leitura Obrigatória para toda Mulher Moderna



"Jane Eyre" (1847) é o segundo livro das Brontë que leio. O primeiro foi "O Morro dos Ventos Uivantes", de Emily Brontë que, curiosamente, ocupava o posto de meu livro favorito, perdido então para a irmã Charlotte Brontë com a instigante história de Jane, uma mulher independente e livre que cativa ora pelo seu jeito único de ser e jamais submeter-se ao jugo masculino, ora pela intensidade com que vive as paixões, medos e angústias.

Sobre a Autora



Charlotte Brontë (21 de Abril de 1816 — 31 de Março de 1855) foi uma escritora e poeta inglesa, a mais velha das três irmãs Brontë que chegaram à idade adulta. Escreveu o seu romance mais conhecido, "Jane Eyre" com o pseudónimo Currer Bell.
O seu primeiro romance foi publicado já depois da sua morte, em 1857, bem como fragmentos do romance no qual Charlotte tinha trabalhado durante os seus anos de vida que foi também recentemente publicado por Clare Boylan com o título "Emma Brown: A Novel from the Unfinished Manuscript by Charlotte Brontë" e muito material sobre Agria nas decadas que se seguiram.

(Fonte: wikipedia.org)





Teste de Bechdel: parece besteira, mas não é


Após a divulgação dos resultados da pesquisa realizada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) no dia 27, onde 65% dos brasileiros afirmava que "mulheres com roupas curtas merecem ser estupradas", e consequente descoberta do equívoco a respeito dos dados (o instituto divulgou no dia 04 que houve um erro na pesquisa: 26% das pessoas concordavam com a afirmação e 70% discordavam total ou parcialmente desta. Porém, de acordo com a socióloga da Universidade do Rio de Janeiro Márcia da Silva Pereira Leite, "se quase 30% concordam com a afirmação, demonstra machismo elevado"), a discussão a respeito do machismo presente na sociedade brasileira ganhou destaque. Foram criadas campanhas cuja repercussão foi imensa e o assunto conquistou as redes sociais.

A questão que nos ficou suspensa é: até onde existem diferenças no tratamento e representação dos sexos? Apenas algumas páginas não seriam capazes de responder adequadamente à pergunta. Porém existe um lugar onde a discriminação é intensa, ainda que implícita: o cinema.



A sétima arte, a princípio, foi planejada e executada por homens. Claro, num contexto extremamente patriarcal, onde as relações entre os gêneros eram extremamente marcadas pelas diferenças. Porém, em pleno século XXI, resquícios dessa visão ainda se fazem presentes nas produções.
E foi nesse contexto que a quadrinista Alison Bechdel criou, em 1985, o teste que levaria o seu nome: três questões simples, que parecem insignificantes, determinam se um filme seria aprovado ou não. Para tal, deve conter os 3 itens:

Pode não parecer, mas a esmagadora maioria dos blockbusters e produções hollywoodianas não cumprem os requisitos. O teste foi duramente criticado como "desnecessário" e "feminazi".
Porém pense da seguinte forma: aplique este mesmo teste em diversos filmes, porém levando em conta a participação masculina.
Haveria algum filme que não passaria por ele? Pouquíssimos. O fato é, talvez não seja pedir demais que mulheres participem da arte retratando mais do que a esposa, a mãe e as filhas do "mocinho".

Claro que existem casos onde o teste torna-se ineficiente, por exemplo o novo ganhador do Oscar de Alfonso Cuarón, "Gravidade": não é aprovado em nenhum dos quesitos, apesar de a protagonista ser uma mulher e não haver sinal de machismo no longa.

OBS: negrito, itálico, sublinhado e vermelho: Não é com nenhuma intenção de denegrir, depreciar ou desvalorizar os filmes a seguir. Ou seja: o teste não é parâmetro em aspectos como qualidade, criatividade, etc. Muitos filmes excelentes não são aprovados no teste, inclusive alguns que figuram entre meus favoritos.
Filmes que foram reprovados no Teste de Bechdel (alguns óbvios, outros nem tanto):


Toy Story 
Django Livre 
Tomb Raider 
Transformers 
Saga Star Wars 
Quem Quer Ser um Milionário 
Dois filmes da saga Harry Potter 
Bonequinha de Luxo 
Pulp Fiction 
Trilogia O Senhor dos Anéis

Filmes aprovados no teste Bechdel (considerando os diálogos entre as personagens femininas maiores que 60 segundos):



Frozen - Uma Aventura Congelante 
Matrix - Revolutions 
Kill Bill Vol. 1 e 2 
Valente 
Blue Jasmine 
Azul é a Cor mais Quente 
Pequena Miss Sunshine 
Garota, Interrompida 
Watchmen 
Maria Antonieta 
Batman - O Cavaleiro das Trevas 
Requiém para Um Sonho 
Prometheus 
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

Confira a lista completa no filmow aqui.

E...
Pra quem quer saber um pouco mais sobre (des)igualdade entre os gêneros, fizemos um infográfico baseado na pesquisa americana "Gender Inequality in Popular Films: Examining On Screen Portrayals and Behind-the-Scenes Employment Patterns in Motion Pictures" realizada por estudantes da Escola de Comunicação e Jornalismo Annenberg (link em inglês). A pesquisa foi realizada com os filmes lançados de 2007 a 2009, e atualizada em 2012 pela New York Film Academy.




O Pai dos Efeitos Especiais



Não foram os irmãos Lumière. Nem foi Spielberg. Muitos consideram outro homem como o criador do cinema como expressão artística: Georges Méliès. Sua importância no ramo é quase tão grande quanto a injustiça de seu esquecimento: ignorado pela maioria esmagadora do público, muitas obras cinematográficas conhecidas hoje não seriam o que são sem a ajuda que Méliès ofereceu. Usando de técnicas mecânicas, de pintura, recortes, fade in e fade out, química e muita, mas muita criatividade, Méliès criou universos fantásticos, fez mais de 500 filmes e construiu o primeiro estúdio de cinema da Europa. Tudo isso sem contar que desempenhou os papéis de desenhista, caricaturista, decorador, ilusionista, ator, dramaturgo, produtor e diretor. O triste foi seu fim: acabou em uma loja de brinquedos, desconhecido.





Embora a "criação" do cinema em si seja atribuída aos irmãos Lumière, a invenção de toda a aparelhagem usada na criação de um filme foi (se não totalmente) em sua maioria obra de Méliès. Foi ele que criou os estúdios de filmagem, os guiões, as técnicas mecânicas e químicas e os efeitos especiais. O mestre Charlie Chaplin chegou a declará-lo o "alquimista da luz".



Marie-Georges-Jean-Méliès nasceu na França em 8 de Dezembro de 1861. Desinado à seguir a tradição familiar da fabricação de calçados de luxo, foi a invenção fascinante dos irmãos Lumière que mudou o rumo de sua vida: esteve presente na primeira exibição do cinematógrafo, em 1895, que, com sua magia e fascínio, acabou por convencê-lo a usar o dinheiro que recebia da empresa da família para comprar o famoso teatro de Robert-Houdin, o grande mágico.
Um ano após a exibição do cinematógrafo, já filmava e projetava suas criações, unindo o ilusionismo e a mágica com o cinema para criar efeitos inovadores. Dado que os irmãos Lumière, temendo concorrência, já não mais lhe vendiam os equipamentos, Méliès construiu os seus próprios sozinho, assim como um estúdio onde desenvolvia suas técnicas.

Porém a história teve um final não muito feliz: habituado com os palcos, não conseguiu acompanhar a evolução desenfreada do cinema. Em 1911 deixou de produzir filmes e após isso caiu em falência. No começo dos anos 1920 recebeu um apartamento do governo francês onde passou seus últimos anos trabalhando em uma loja de brinquedos.
Foi homenageado com a Legião de Honra em 1931.




Metalinguagem das mais ferrenhas, foi lançado em 2011 o filme "A Invenção de Hugo Cabret", de Martin Scorsese, baseado no livro homônimo de Brian Selznick. É o cinema homenageando o cinema.
Estrelando Asa Butterfield, Chloë Morets, Jude Law e Ben Kingsley, o ponto central do filme é um garoto que vive solitário numa estação de trens de Paris, com um mistério em mãos deixado pelo seu falecido pai. 




Não comentarei muito sobre o filme, deixo em aberto como um convite à todos que assistam ao longa. É muito bom, interessante, bem feito e divertido. Sem contar que Ben Kingsley ficou simplesmente IDÊNTICO ao Méliès.



Quem tiver torrent, aqui tem em HD, Blu-Ray e até em 3D! :O :O :O
O site é meu favorito, bem seguro e rápido pra caramba :)

E aí? Alguém assistiu o filme? Gostaram? Ou tem mais alguma meliéte aí? (termo beeem zoado que eu acabei de criar, abafa) :D

OSCAR 2014 | Melhores Momentos














Cheia de surpresas, a cerimônia realizada no último domingo (2) rendeu vários momentos interessantes. De (re) queda de Jennifer Lawrence à Ellen DeGeneres de fada, confira algumas cenas:

Old habits never change: Jennifer Lawrence tropeça em um cone e cai no tapete vermelho. Detalhe que, ano passado, ao receber o prêmio de Melhor Atriz, caiu na escada do teatro.


  
 
Pharrell Williams, durante sua performance de "Happy" - tema de Meu Malvado Favorito 2 - desce do palco e convida as celebridades a dançarem com ele. Lupita Nyong'o, Amy Adams e até mesmo a veterana Meryl Streep mostraram que não ficam sentadas quando a música está alta.



A performance de Pharrell Williams que envolveu também a platéia com a música "Happy".



Karen O canta "Moon Song", do filme Ela, ao vivo no Dolby Theatre.



Homenagem da cantora Pink aos 75 anos do filme O Mágico de Oz, cantando "Somewhere Over the Rainbow", que abriu mão de seu lado circense para fazer uma performance tocante e muito bonita.



Ellen DeGeneres, após a homenagem a O Mágico De Oz, aparece fantasiada de Glinda.


Outro momento memorável foi o discurso de Jared Leto que chamou a atenção para os acontecimentos na Ucrânia e Venezuela. O ator premiado por Clube de Compras Dallas (Melhor Ator Coadjuvante) dedicou o prêmio à sua mãe, que o acompanhou na cerimônia.
"...à todos os sonhadores aí fora no mundo, nos assistindo essa noite em lugares como Ucrânia e Venezuela, eu quero dizer que estamos aqui, e enquanto vocês lutam para realizar seus sonhos e viver o impossível, nós estamos pensando em vocês esta noite."

Domingo tudo acabou em pizza (menos para DiCaprio): com seu jeito descontraído e muito bom humor, Ellen DeGeneres combina com a platéia de pedir uma pizza. E não é que ela trouxe? Com a ajuda de Brad Pitt e pratinhos de plástico, distribuiu pedaços de pizza para alguns presentes nas primeiras fileiras. Algumas celebridades tiveram que comer com a mão já que não havia pratos para todos: ô classe.


O selfie mais épico de todos! O que era pra inicialmente ser Ellen e Meryl Streep quando chegou um monte de ganso gente se tornou o tweet com mais RTs da história! Porque selfie no banheiro do restaurante é para os fracos.


Mais de 3 milhões de retweets na foto de Ellen DeGeneres (@TheEllenShow)




Trêmula e nervosa, Idina Menzel faz uma performance magnífica da música tema de Frozen - Uma Aventura Congelante, "Let it Go". Em um palco que de certa forma recriava o cenário do filme - com cristais e iluminação azul - ela cantou perfeitamente e foi aplaudida de pé.




   






O discurso de Cate Blanchett, vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Blue Jasmine. Inspirador e motivacional à todas as mulheres do mundo, ela clamou por menos injustiça e criticou o preconceito do cinema com filmes sobre o universo feminino. Cate ainda mostrou classe e elogiou suas concorrentes, agradecendo pelo prêmio. Cheia de classe!


Depois da cerimônia de premiação, JLaw brinca e tenta roubar o Oscar de Lupita Nyong'o.


Alguém está muito feliz hoje! Vai voltar pra casa de Oscar na mão. Jared Leto brinca com os fotógrafos enquanto tira uma com a cara de Anne Hathaway. Que lindinho! <3



Pior Momento da Noite:

AVISO! ESSA IMAGEM PODE SER FORTE.

Cachorrinho que caiu da mudança feat decepção! Quase chorei com ele. Que não desceu do salto (oi?) e manteve a classe fingindo que não ligava. 
CONCEAL, DON'T FEEL, DON'T LET THEM KNOOOOOOOOW!
Heartbraking! Que dó ver o Leo não ganhar. Você não tem Oscar mas tem muitos fãs, a internet (meio estranha) e o tumblr que te amam! Quem sabe ano que vem? E não faz filme com o Scorsese que ajuda.

Então, foi quem? O Fantasma da Ópera?


Não conhecia muito bem a história até Julho de 2011 - quando me surgiu a oportunidade de assistir ao musical na Broadway. Daí foi amor à primeira vista. Assisti ao filme incontáveis vezes, ao especial de 25 anos, cansei de ouvir as músicas... Não sei se é o glamour das superproduções, a história, o fantasma (risos! lindo de morrer, literalmente) ou a trilha sonora mas não me canso de ver e já viciei amigos e família nessa onda também.


                                             
                                                     Retrato de Gaston Leroux (1868 - 1927)
Capa original do livro



























AVISO! Vou passar spoilers sim, porque eu posso e pronto hahahaha. Se você não conhece a história e não quer spoilers, leia só a parte de baixo:

A história do obscuro habitante do Ópera Populaire veio do livro de Gaston Leroux, "Le Fantôme de l'Opéra", publicado pela primeira vez em 1910. A história se passa no século XIX quando o teatro Ópera Populaire, luxuoso e frequentado pela alta sociedade da época, é vendido a dois rapazes. Porém, assim que estes começam a administração do local, são alertados pelos funcionários sobre uma maldição e um fantasma que vive nos subterrâneos do teatro. O fantasma exigia um pagamento mensal e que o camarote número cinco seja reservado para ele em todas as apresentações.
Ao mesmo tempo, a prima donna do Populaire, revoltada pelo "desprezo" dos novos donos, acaba por deixar a apresentação. Assume então a inexperiente bailarina do corpo Christine Daaé, que revela ser a dona de um talento incrível para cantar. 
Christine acredita, desde sua infância quando sei pai morreu, que este deixou a ela um guardião e professor, a quem ela chama de Anjo da Música, porém seu anjo é na verdade o fantasma, que nutre uma paixão por Christine.
Isso coincide com a chegada do visconde Raol de Chagny, amigo de infância de Christine por quem ela se apaixona e é correspondida. Atormentado com a ideia de perder Christine, o Fantasma a sequestra e diz que só a deixará livre caso esta aceite se casar com ele.
Depois de muito rolo, Christine se sente dividida entre o amor por Raol e o fascínio pela genialidade do fantasma (que era escritor, cantor, musicista, arquiteto e engenheiro do teatro) assim como seu sofrimento (seu rosto deformado coberto pela máscara, isolamento do mundo e amor não correspondido) e acaba por aceitar o casamento a fim de salvar a vida de Raol (que fora ameaçado pelo fantasma). Quando Daaé demonstra afeto por Erik, o fantasma, este se comove por ser tratado como uma pessoa comum e acaba por desistir, dando a liberdade à Christine e o visconde e desaparecendo nos subterrâneos do teatro.

Fim dos spoilers.

Em suma, é uma história linda acompanhada de músicas espetaculares (minhas cenas favoritas são a do baile de máscaras, onde o corpo de bailarinos e os protagonistas dançam ao som de "Masquerade" vestidos em fantasias; o momento em que o Fantasma leva Christine aos subterrâneos - icônica cena com as velas e o barco - e a música All I Ask of You, cantada por Raol e Christine no teto do teatro) sobre música, amor e genialidade, e o conflito dos três pontos convergidos. Apesar do tom no livro ser de suspense e terror, a maioria das adaptações trazem um Fantasma não como vilão ou aberração, mas como anti-herói. (ainda não li mas pretendo)


A trama já ganhou vida tanto nos cinemas quanto teatros inúmeras vezes. Nas telonas, a primeira versão foi de 1925, com Lon Chaney no papel de Erik, em tom de filme de horror. Depois lançaram uma versão em 1940, com Claude Rains; em 1962, pelo estúdio inglês Hammer e em 1974 com um Erik mais humano e trágico. 



 
                                                        
                                                                 Cartaz da versão de 1925
Poster de 1940, com Claude Reins

Porém o destaque vai para a versão de 2004, com Gerard Butler (oh, suspiros...), Patrick Wilson e Emmy Rossum (com apenas 18 anos e aquele vozeirão todo).
O filme foi indicado ao Oscar em três categorias, e contou com o roteiro e canções criadas por Andrew Lloyd Webber, o responsável pela versão teatral conhecida até hoje. Custou aproximadamente 96 milhões de dólares bancados pelo próprio Webber. Foi o mais caro filme independente já feito.



Hoje é dia de zumbis, bebê!


Simplesmente a abertura mais épica possível! Zumbilândia (Ruben Fleischer - 2009) começa ao som de Metallica - For Whom the Bell Tolls em câmera lenta e o resultado é incrível. Um filme que apesar de não parecer foge do lugar-comum dos filmes de zumbis. Como? Deixando a ação um pouco de lado e partindo totalmente para a parte da comédia, deixando de ser um filme "sério". 

A escolha dos personagens foi perfeita, até porque Jesse Eisenberg (A Rede Social e Truque de Mestre) já se consolidou o favorito das comédias geeks, assim como Emma Stone (A Mentira, Homem Aranha e Casa das Coelhinhas) e a química rolou solta ali.
Eu costumo dividir as comédias (não comédias românticas) em duas categorias: apelativas e nonsense. A primeira seriam a maioria dos filmes sobre o universo universitário (cacofonia reina) e toda aquela coisa de precisamos-perder-a-virgindade-logo como por exemplo American Pie, Finalmente 18, Projeto X e Eurotrip. Já a segunda enquadra os filmes do cenário nerd, de humor mais ácido e inteligente (embora pareça super idiota), sendo 30 Minutos ou Menos, Fanboys e Zumbilândia um ótimo exemplo.



O filme é sobre uma galera tentando sobreviver a um apocalipse zumbi (ah vá), começando por Columbus (Jesse Eisenberg), típico gamer universitário isolado forever alone que passa o dia na base da pizza e videogame, sonhando com um dia em que poderia colocar o cabelo de uma garota atrás da orelha dela, num gesto de carinho clássico dos filmes de romance. Detalhe que, além disso tudo pra piorar ele tem medo de literalmente tudo. Principalmente palhaços. E nessa de tentar sobreviver, mantém um caderno com as regras de sobrevivência nesse mundo zumbificado, enquanto procura sua família.




No caminho ele encontra primeiro Tallahassee (Woody Harrelson), caubói totalmente pirado e rabugento que se acha o incrível matador de zumbis. Apesar de suas táticas exóticas, tudo o que ele quer é encontrar um Twinkie, uma marca de bolinho recheado que (obviamente) não é mais fabricada e vai chegar na data de validade logo. Enquanto isso, se diverte arrebentando cérebros. Depois os dois são roubados por duas irmãs, Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin), que acabam se unindo à caravana em busca de um lugar seguro de zumbis.




Não quero ficar passando spoilers, então deixarei as melhores cenas pra quem quiser assistir. O fato é que o filme é hilário e leve, dá pra assistir com a família (menos a avó que vai achar zumbi coisa horrível. Mas aí vai pelo bom senso rs). E de quebra, tem um bônus: você verá simplesmente a lenda Bill Murray como zumbi. Sim! Durante o filme eles dão uma passada na casa dele.




Precisa de mais motivos pra assistir? Pode ver pelo Jesse que é um fofo e a Emma que devo admitir que é linda. Acompanho os filmes dela já há um bom tempo e nunca me decepciono! Detalhe para Amor à Toda Prova que é óooootimo. Mas também pela trilha sonora: Van Halen, Velvet Underground, Pete Droge, Blue Öyster Cult, Metallica... Quem curte vai aproveitar ainda mais o filme.


Merece 5 estrelas! Está entre os meus filmes favoritos e que eu não canso de assistir. Aliás, se alguém quiser me dar o dvd de presente, meu aniversário é em Maio ok? Dá tempo de pedir no submarino HAHAHAHAHA




Você pode assistir ao trailer do filme aqui:


E de quebra, a introdução fodástica que eu falei:

Vocês tem alguma sugestão de geek movies? Deixe seu comentário dizendo o que você achou sobre o filme :)

Resenha: O Amante da Rainha (En Kongelig Affære - 2012)

    Daqueles filmes que você vê nas aulas de história e filosofia, mas com uma grande diferença: esse é realmente muito interessante. Polêmico, divertido e irônico, O Amante da Rainha mostra como o cinema dinamarquês está ganhando espaço em meio a tantos blockbusters hollywoodianos.

O filme dirigido por Nikolaj Arcel conta a história da princesa Caroline Mathilde da Grã Bretanha (Alicia Vikander), que se casa com o rei da Dinamarca Christian VII (Mikkel Boe Føl
sgaard), sem mesmo conhecê-lo. Porém, o rei é insano, e a única pessoa que ele permite aproximar-se é o médico Johann Struensee (Mads Mikkelsen). Até que Caroline e Struensee começam a ter um caso, e juntos, arquitetam uma maneira de governar a Dinamarca pelas mãos do rei. E o melhor de tudo: fatos reais!


Ambientado no final do século 18, quando o povo vivia numa profunda crise social, o longa mostra a entrada dos valores iluministas no norte da Europa. Baseando-se em diálogos elaborados e uma dinâmica boa, quando se dá conta já se está acompanhando os acontecimentos e torcendo para que tudo dê certo, ao mesmo tempo que se teme pelas consequências que tantas mudanças podem trazer.

Figurino e cenário estão impecáveis, além de serem réplicas muito fiéis ao estilo da época, são peças realmente lindas. Todos os detalhes foram pensados. A produção está de parabéns.


Mas um destaque especial merecem os atores: por mais incrível que pareça, Mikkel Boe Følsgaard é iniciante na arte cinematográfica e não tem nenhum outro filme em sua carreira (por enquanto, já sinto que virão muitos outros). Ainda assim, consegue iludir-nos: consegue atuar melhor que muito multi-milionário americano de comédia. Mistura drama e comicidade na medida correta, e em certo ponto quiestiona-se sobre as condições mentais do indivíduo hahahaha. Ao mesmo tempo que convence, faz rir pela sua inocência (em certos aspectos,  porque em outros, nem tanto - se é que você me entende rs).


Mads Mikkelsen também, porém este já vem há um bom tempo trabalhando em várias obras excelentes (recomendo muito os filmes dele! Destaque para "A Caça" [2013]). Pagando de médico bom - médico mau, deixa no ar aquela dúvida: ele era realmente bom com o rei ou apenas interessado em manipulá-lo? Eterna dúvida.


Resumidamente, o filme é excelente e além de contar com alto teor cultural e histórico é gostoso de assistir, só exige um pouco de atenção. Pra quem gosta de polêmica (vulgo barraco) é o filme ideal hahaha.

Assistido com uma amiga e aprovado!



Trailer oficial legendado do filme

E aí? Já assistiu/vai assistir? Se você gostou, não deixe de comentar e curtir a nossa página no facebook :)

Resenha: Metallica - Through the Never (2013)





    Acumulando uma legião de fãs cada vez mais fiéis, o Metallica precisa se inovar para manter-se na posição de líder quando o assunto é Heavy Metal. Querendo ou não, é o grupo que faz mais sucesso e o que vende mais (comentários tr00 a gente deixa pra mais tarde).
E o mais novo lançamento da banda é o filme Metallica - Through the Never, um mix de cenas reais de shows com a trajetória de um personagem que acabam convergindo. Porém, depois de um choque de realidade e destruição total das minhas expectativas, posso dizer que, de certa forma, é um filme ruim. Porque? Muito simples. É um show ótimo; a banda está melhor do que nunca, cheia de energia e com todo o peso. Mas o filme, ou seja, a história, deixou muito a desejar. 


Backstage Queens ©. Tecnologia do Blogger.

 

© 2013 Backstage Queens. All rights resevered. Designed by Templateism

Back To Top